Passa a ser impossível submeter-se à ditadura e dogmas sobre hierarquia depois de ter contato com cooperatividade, com o respeito pelo crescimento pessoal gradual e a valorização individual da função de cada pessoa.
Curiosamente, na valorização individual de cada um, não há egoísmo, pois todos trabalham de forma unida, como células em prol de fazer um corpo funcionar, existe harmonia, pois existe objetivo comum entre todos envolvidos, inexiste pré ocupação com a função ou o que quer que seja do outro, logo, existe confiança.
Já na hierarquia dogmática e na ditadura, diz-se que tudo tem uma ordenação, uma ordem, mas na verdade cada um é um corpo distinto sem ideal comum para alcançar com algum grupo, dessa forma, vai haver sempre divergência e pouca clareza. Não somos só carne e ossos, o lado psicológico vai estar presente e reagir, e, com sistemas de ditadura e hierarquia sempre vemos alguma história onde aconteceu abuso de poder, negligência e falta de didática, pois, numa lógica onde o que conta é o título, se você o conquista, não lhe importa mais o cumprimento da função ou o senso de dever sobre aquilo, não há de fato um compromisso, chega um momento que o te importa passa a ser que alguém te obedeça, e não que a própria função em si seja realizada por ter sua devida importância.
A ditadura, assim como o dogma e o falso moralismo hierárquico, é uma bagunça.
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