Não me admiro com doçura, sinceridade, generosidade, empatia, gentileza, senso de humor, coração leve e diálogos sem fofocas quando alguém possui essas características por idade — ser criança, jovem —, ou por não conhecer outra maneira de ser. Não me admiro com o pobre que age de maneira humildade.
Mas me encanta quando me deparo com alguém que já conhece a arrogância, as atitudes legais feitas por segundas intenções (que aí, na verdade não são realmente as atitudes legais, o que a pessoa faz é só pela espera de um retorno pra ela, no fim das contas é uma das maneiras de alguém ser egoísta), o esnobismo, oportunismo, a falsidade e a frieza, a apatia com pessoas e situações que não a envolvem diretamente, entre outras coisas de adulto, e ainda sim seja alguém legal, essa é a pessoa verdadeiramente bacana.
Ela optou por ser, mesmo sabendo que não é o único caminho, mas ainda assim, é o que ela viu valer a pena, foi o que deixou o seu semblante o seu cotidiano mais alegre.
Abençoados, esses tais.
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