Eu gostava de certezas. Gente que sabia sem hesitar o que sentia, gente que, apesar da mente aberta e a consciência de, vez ou outra, poder sim estar errado, tinha convicção em relação a suas opiniões, conhecimentos e pensamentos.
A gente tem que aprender a sentir. Ser realista, sem joguinhos e sem paranoias, só sentir. Ao meu ver, isso não é ser ingênuo, é ser maduro.
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