Ela suspirou gostosamente depois de ter inspirado o perfume dele, o do corpo, e o que ele tirava de um frasco e borrifava sobre a pele. Passou as mãos entre as mechas do seu cabelo afetuosamente. Sono misturava-se com uma sensação de alegria, um aconchego que aquele corpo, entrelaçado ao seu lado, trazia por estar presente. Eles se olharam nos olhos e ele viu, através daquelas pupilas dilatadas, um sorriso largo. Depois do que enxergou, sorriu um primeiro sorriso com os lábios naquele quarto, naqueles olhos, foi a alma dela que ele viu sorrindo.
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