quarta-feira, 14 de maio de 2014

Esse é o problema. As pessoas se perguntarem “é minha obrigação?” na hora de ajudar alguém. As pessoas só são boas para com as outras quando se sentem na obrigação. Se você pode, ajude, quem se fere com isso? O ser humano é contraído, tem uma carga energética pesada, sempre pensando em ser uma pessoa boa por reputação, em palavras mais diretas, nada mais nada menos que por interesse em si mesmo. E isso é um nojo. As pessoas agem de acordo com quem as assiste, não de acordo com o que são. E, tirando as situações em que máscaras são necessárias, como diante de um jantar formal ou de trabalho, agir pensando na moral que se ganha ou perde com os outros, independente de ser uma atitude certa ou não, é patético.

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