O colégio era legal, parecia ser. As cores eram as mesmas de um em que ela havia adorado estudar, o sistema de catracas monitorando entrada e saída, também. E o uniforme era lindo, o tecido era bom, grosso, e o nome da escola, bordada, cada letra. Tinham várias cores, até cor de rosa.
Os professores, de cursinho. Plantões individuais incluídos na mensalidade.
A sede para a qual ela iria, era na avenida, grande e com uma estrutura de bom gosto.
Mas pensar no primeiro dia de aula, e nela chegando na sala — cheia de gente nova — usando um esparadrapo no nariz e com as maçãs do rosto levemente roxas, todo o glamour e pose daquilo se esvaiu, pra não virar desânimo, virou humor. Ia tentar ver aquilo como mais uma história pra contar. Que cena.
Ela riu.
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