Sua comoção com o que é grandioso – seu reconhecimento de pessoas que, em vida, foram fantásticas e bondosas para com os demais – de nada vale se na sua própria vida você não aplica nem os pequenos passos.
O mesmo serve se você admira pessoas que foram, ou são, grandiosas apenas materialmente – um grande empresário ou uma figura pública de bastante influência, popular.
Esteja atento a estar dando os pequenos passos, a ordem na qual crescemos é sempre respectiva e razoável – há uma razão para (mesmo que ás vezes tenhamos pressa ou não a compreendamos).
Comece, por você, a dar importância para as grandes conquistas – palpáveis ou não – tenha interesse em um dia poder afirmar que você é alguém que admiraria, tenha a consciência tranquila a respeito de fazer o seu papel, a sua parte, nos meios em que você interage. E mantenha seu coração leve, não se vanglorie, isso é perca de energia, tempo e utilidade.
Mas, eis o fundamental, não se force a agir com uma determinada postura motivado pela admiração que nutre por ela, e nem a busque por almejar aplausos, a conduta de cada um resulta em bons frutos (bons no sentido de serem certeiros de acordo com o que cada um deseja como reação) quando serve como uma roupa do tamanho certo, respeite seu próprio tempo, mesmo que pra você ele pareça devagar – em relação a primeira situação, por exemplo, uma atitude boa sem espontaneidade e naturalidade perde sua essência, seu efeito e sua finalidade.
Seja sempre você mesmo, mas nunca perca o interesse em ser diferente do que foi há algum tempo atrás.
Crescer é isso.
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